Sentimentos & Futilidades

Sentimentos & Futilidades

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Aprendi a odiar as vírgulas e os poréns.

Com você aprendi a odiar as vírgulas e os poréns... "Você é um homem incrível, mas...", você diz. "Eu não aguento mais não ser o suficiente", eu digo. E cá estou eu procurando melodia nestas batidas.  E cá estou eu olhando as ondas batendo na areia e vendo teu sorriso em suas espumas. Cá estou repetindo beijos que nunca existiram num balé de fantasias fincadas no âmago do meu ser. Ah, leão, você diz que é folha solta esperando o vento te levar para algum lugar, e eu digo que não tem como ser folha sem antes ser árvore. Não, leão, não tem como voar sem antes ficar! Ah, leão, te enxergo primavera, tu te enxergas outono. Te enxergo florido, tu te enxergas voando! Tu te sentes onda, e eu me imagino prancha deslizando sobre você. Ah, meu bem, de leão só a vaidade; de tornado só a brisa e de mim esta escrita de um amor de verão. "Eu casaria com você", "Sem drama, Gabriel Coxxxta", "Se for pra ficar, o universo te porá ao meu lado". Meu leão, não serás folha solta se teu cabo permanecer na árvore dos teus sonhos. Para sempre, só o aqui e o agora, e uma breve história de um amor que poderia existir(,) (mas) o vento do tornado levou.


Nenhum comentário:

Postar um comentário